A Parábola da Demissão da Formiga Desmotivada

A Parábola da Demissão da Formiga Desmotivada

Hoje trago para vocês, caros leitores, uma pequena reflexão sobre gestão e liderança. A história de como uma formiga produtiva e feliz se tornou a formiga desmotivada.

Li este texto a alguns dias e pude refletir bastante sobre ele, por isso, espero que também ajude-os a refletir.

Se você anda desmotivado no seu trabalho ou observa que as pessoas ao seu redor deste modo estão, este texto será útil para uma análise mais apurada do que pode estar acontecendo ao seu redor.

Agora, se você é um líder, esta pequena parábola é ainda mais útil. Aconselho a pensar nela todas as manhãs antes de começar o seu dia (já estou fazendo isto [icon icon=icon-smile size=14px color=#FFFF00 ] ) 

Pare um segundo agora e pense nas seguintes questões:

  • Tantas reuniões estão sendo realmente úteis?
  • O levantamento de tantos números e indicadores são convertidos em ações e mudanças?
  • Até onde o sucesso ou o fracasso de uma empresa esta nas mãos dos funcionários e até onde está nas mãos dos líderes?
  • Quem é o grande responsável por gerar motivação, o colaborador ou o líder?

Tal qual um espelho, reflita agora (Nossa! Eu sei, essa foi péssima rs), lendo esta pequena parábola sobre a Demissão da formiga desmotivada.

A Demissão da Formiga Desmotivada

"Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial… A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida."

 

Autor desconhecido

 

 

 

Conclusão

Conforme o bom Napoleon Hill diz em seu livro "A lei do Triunfo" (clique aqui e conheça as 16 leis de sucesso encontradas nesta livro), a regra de ouro: "Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo". Repare que na história, o marimbondo em nenhum momento se colocou no lugar da formiga para tentar compreender o motivo de ela ser tão produtiva e feliz.

Hoje existem muitos líderes, gerentes, diretores, ou até mesmo, donos de empresas, que parecem entender que tudo e todos estão sempre contra eles. Os funcionários são uma espécie de sugadores de dinheiro e não profissionais.

Por tanta desconfiança, muitas vezes, fazem reuniões sem objetivo, criam e investem em 1000 formas de controle, além de inventar indicadores por vezes sem muita utilidade.

Por outro lado, o colaborador também acha que o seu líder ganha de mais sem ter o merecimento para isto, cobra demais o seu trabalho e que vai demití-lo  a qualquer momento.

A questão é: Qual o momento um tenta se por no lugar do outro?

Dale Carnegie em seu livro "Como fazer amigos e influenciar pessoas", escreve que uma das maneiras de fazer as pessoas pensarem do seu modo é procurar honestamente ver as coisas sob o ponto de vista da outra pessoa

Ver as coisas sob o ponto de vista da outra pessoa pode evitar o gasto exagerado com muitas formas de controle e com a desconfiança líder x equipe, equipe x líder.

Ninguém em nenhum momento pensou sobre o que estava achando de tudo isso a formiga. Por outro lado, a formiga continou fazendo seu trabalho, do mesmo jeitinho, e em nenhum momento tentou entender o motivo de tanta mudança, por que o Seu Marimbondo estava tomando estas atitudes. Todos na história pensaram em fazer apenas o que tinha que fazer, somente no seu e não no próximo.

Conclusão. A formiga ficou desempregada. A empresa perdeu a colaboradora mais motivada e produtiva. Não foi bom pra ninguém.

E você? O que achou deste texto? Como esta o seu ambiente de trabalho? A sua produção? A vida das pessoas ao seu redor? Deixe seu comentário.

Fonte do texto: https://www.linkedin.com/pulse/voc%C3%AA-conhece-par%C3%A1bola-da-demiss%C3%A3o-formiga-desmotivada-%C3%A1tila-honori?trk=v-feed&trk=v-feed&trk=v-feed&trk=v-feed&trk=hp-feed-article-title-share