Alexander Lima

Programação, Marketing e o que mais eu puder ajudar ;)

O fim da neutralidade na internet e como isso afeta você

No dia 14/12/2017, a Comissão Federal de Comunicação dos Estados Unidos, ou apenas FCC, decidiu pelo fim da neutralidade na internet.

O órgão americano resolveu deixar de classificar a internet banda larga como serviço de utilidade pública no país. As operadoras, no entanto, só poderão limitar acesso do usuário dentro de, pelo menos, 60 dias, dependendo da data da publicação oficial da nova norma no Registro Federal, o que só deve ocorrer em 15 dias.

Além de manter você informado, entendo que é importante analisarmos como isso pode afetar o Brasil, já que a decisão foi nos Estados Unidos, e principalmente como isso pode afetar o seu acesso à Internet, meu amigo e minha amiga.

Por isso, continue lendo este artigo para não ficar de fora desse assunto e também para que possa formar a sua própria opinião sobre o mesmo.

O que é essa “Neutralidade na Internet”

Neste exato momento, enquanto escrevo este post, o Grêmio enfrenta o Real Madrid pela final do Mundial de Clubes. Se você não é torcedor do Grêmio e nem do Real Madrid, ou ainda, não torce para o Internacional, nem Barcelona, e nem é o “pachecão” do Galvão Bueno para ficar torcendo para time brasileiro, creio que para você, assim como eu, tanto faz, como tanto fez o resultado desse jogo.

Você não defende nenhum dos lados, você não está torcendo por ninguém. Até pode estar olhando para o jogo, mas não está vendo de fato, não interfere de forma alguma nele.

Você e eu, somos neste jogo, o que podemos chamar de neutros.

Tudo que você acessa na internet chega até a você através de provedores ou operadoras de internet.

Se você está em casa agora, lendo este post em seu notebook, utilizando o seu Wifi, o seu provedor de internet é a empresa que você paga, geralmente todo mês, para ter a internet (muitas vezes, essas empresas também fornecem o sinal de TV e Telefone).

Agora, se você está lendo em seu smartphone, utilizando o seu 4G, o seu provedor é a sua operadora de telefonia.

Todo este texto, e os comentários que fizerem nele, vão passar pelos provedores de acesso de cada pessoa que o acessar. Estes provedores possuem acesso a esse conteúdo, porém eles devem ser neutros a todo e qualquer dado de informação que passe por eles.

Eles não dizem se o conteúdo é bom, nem que é ruim. Não proíbem o acesso ou privilegiam o site A ou site B com mais velocidade. 

Os provedores devem ser totalmente neutros, como eu sou no jogo do Grêmio com o Real Madrid.

As operadoras, por lei, não podem interferir, ou tomar parte, no conteúdo que chega aos usuários de internet.

Quem decide o que você acessa ou não é você, e todo ou qualquer site ou serviço devem chegar até você com a mesma qualidade e velocidade, sem discriminações ou privilégios.

Como fica agora?

Com o fim da neutralidade na internet as operadoras passam a ter o poder de controlar aquilo que você vai ver e como vai ver na internet.

Elas não precisam mais serem neutras, sacou?

Será semelhante a uma TV por assinatura onde temos pacotes de canais. Um pacote tem canais mais básicos, outro tem canais de filmes, outro pacote, um pouco mais caro, tem canais esportivos, etc.

As operadoras poderão então controlar aquilo que vai chegar até você, assim como fazem as TVs por assinatura.

Por exemplo, elas podem fazer um pacote básico, com acesso apenas a redes sociais. Outro pacote com acesso ao Youtube, outro com acesso ao Netflix, e assim por diante. 

Ou ainda, elas podem privilegiar o acesso de um determinado site ao e-mail que você enviou para alguém.

Some a isso ao controle de velocidade no seu acesso. 

Se a operadora do seu vizinho tiver um acordo com a Netflix e a sua não, seu vizinho terá um acesso mais rápido e ainda de maior qualidade à gigante do streaming e você não.

Para ter acesso a todo conteúdo disponível na internet como temos hoje, teremos que pagar pelo pacote mais caro da operadora.

Tudo isso que citei são apenas exemplos e suposições. As operadoras é que ditarão as regras de como isso vai funcionar e o que elas vão disponibilizar.

Aqueles que defendem o fim da neutralidade, afirmam que assim poderão ter acesso a uma internet mais barata.

Por exemplo, se hoje você paga R$ 80,00 na sua internet, mas só acessa, praticamente, as redes sociais, poderia então assinar o pacote que só possua redes sociais, e então, passar a pagar, sei lá…uns R$ 30,00. Entendeu?

Com a votação pelo fim da neutralidade de rede, que foi imposta em 2015 por Barack Obama, a banda larga fixa nos EUA volta a ser considerada um “serviço de informação”, enquanto a internet móvel é um “serviço de interconexão”. Dessa forma, elas podem ser vendidas pelas empresas conforme o interesse do mercado.

Aqui no Brasil também?

A neutralidade da rede está protegida por lei aqui no Brasil, segundo o artigo nono do Marco Civil da Internet: ”O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação”.

Porém, não se engane, não estamos em um mar de rosas.

Está cada vez mais raro alguém aqui em nosso país não ter pelo menos um conta no Facebook ou Instagram, fazer pesquisas no Google, ver e até mesmo gerar renda com vídeos no Youtube ou assistir a uma série no Netflix.

Adivinha por onde todos essas plataformas de conteúdo passam?

Lá pelo tio Sam! (Ou seria tio Trump??)

Além disto, as operadoras aqui do Brasil devem aproveitar e usar a decisão da FCC para criar um ambiente favorável a fim de que se reverta o Marco Civíl por aqui.

Algo do tipo: “Ohhh Governo, os americanos estão fazendo isso lá. Temos que fazer aqui também!!! Isso vai reduzir os custos, aumentar empregos, blá, blá, blá, blá, blá… ”.

Não podemos esquecer, inclusive, que algum tempo atrás já tentaram limitar o nosso acesso, neste caso a quantidade de dados utilizados (semelhante aos planos de celulares), aqui no Brasil, e só não colou por que o povo se revoltou e o governo voltou atrás. Pegou a ideia??

Para as operadoras voltarem a tocar nesse assunto agora com o governo é questão de tempo.

Em fim…

O fim da neutralidade na internet poderá afetar sim, não só o Brasil, como todo o mundo. Pode ser o fim de toda liberdade de expressão e especialmente de acesso ao conhecimento e melhor educação, que a internet conquistou até hoje.

Ok? Talvez eu esteja dramático demais. Talvez não será o fim de toda a liberdade de expressão e acesso a informação.

Não será o fim…mas pode ficar beeeeeeeeeeeeem mais caro.

Segue alguns links para você se aprofundar mais no assunto e poder formar melhor uma opinião.

E ai!? Qual a sua opinião? O fim da neutralidade na rede pode ser bom ou não? 

 Vamos debater o assunto nos comentários? 

Um foooorte abraço!

Quero ficar rico! Mas pra quê mesmo?

O que você faria sabendo que acabou de ganhar o seu primeiro milhão? 

Você pensou em mais de uma coisa? Apenas uma? Ou se quer conseguiu pensar direito? 

Estamos acostumados a atribuir toda a felicidade ao dinheiro e a tratá-lo como um fim e não um meio. 

Conheço pessoas que possuem muitos bens e riquezas e continuo vendo as mesmas com aquela cara fechada, semblante caído. 

Há também aquelas que possuem dinheiro mas não possuem bens. Não sabem administrar o próprio dinheiro. Do mesmo modo que ele chega, sai. 

Talvez então a felicidade ou pelo menos a satisfação pessoal não esteja nas riquezas materiais. 

Onde estará então? 

Fábulas e caçadores de fortunas

Um executivo americano tirou férias e foi para uma pequena vila de pescadores no litoral do México, por ordens médicas. Sem conseguir voltar a dormir por causa de uma ligação urgente do escritório, na primeira manhã ele saiu para dar uma volta no píer, para esfriar a cabeça. Um pequeno barco com um único pescador atracava, e dentro do barco havia vários atuns robustos. O americano cumprimentou o mexicano pela qualidade dos peixes.“Quanto tempo levou para pescá-los?”, perguntou o americano.

“Apenas um pouquinho”, o mexicano respondeu em inglês surpreendentemente bom.

“Por que você não ficou mais tempo para pescar ainda mais peixes?”, o americano tornou a perguntar.

“Eu tenho o bastante para sustentar minha família e dar um pouco para os meus amigos”, disse o mexicano enquanto tirava os peixes do barco e os colocava em uma cesta.

“Mas… o que você faz com o resto do seu tempo?”

O mexicano olhou para ele e sorriu. “Eu acordo tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro uma sesta com minha esposa, Julia, e dou uma volta pela vila a noitinha, para beber vinho e tocar violão com meus amigos. Tenho uma vida completa e bastante cheia, senhor.”

O americano deu uma gargalhada e se empertigou. “Senhor, eu tenho um MBA em Harvard e posso ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com os lucros maiores, comprar um barco maior. Em pouco tempo, você poderia comprar vários barcos com o aumento em seus rendimentos. Finalmente, poderá ter uma frota de barcos de pesca.”

Ele prosseguiu: “Em vez de vender sua pesca para um intermediário, poderia vender diretamente para os consumidores, finalmente abrindo sua própria fábrica de enlatados. Você controlaria a produção, o processamento e a distribuição. Teria que sair deste pequeno vilarejo de pescadores, é claro, e mudar-se para a Cidade do México, depois para Los Angeles e finalmente para Nova York, de onde poderia gerir seu império em expansão com a administração adequada”.

O pescador mexicano perguntou: “Mas, senhor, quanto tempo isso vai levar?”.

Rapidamente, o americano respondeu: “Quinze a 20 anos, 25 no máximo.”

“Mas e aí, senhor?”

O americano riu e respondeu: “Essa é a melhor parte. Quando for a hora certa, você poderá vender ações de sua empresa na bolsa e se tornar muito rico. Você poderia ganhar milhões”.

“Milhões, senhor? Mas e aí?”

“Aí você poderia se aposentar, mudar-se para um pequeno vilarejo na praia, onde você poderá acordar tarde, pescar um pouco, brincar com seus filhos, tirar a sesta com sua esposa e passear na vila à noitinha para beber vinho e tocar violão com seus amigos…"

Retirado do ótimo livro de Timothy Ferris, Trabalhe 4 Horas por Semana.

Então você acabou de receber uma fortuna em suas mãos? E agora o que fazer?

O desejo de riqueza consome a cada dia mais homens e mulheres ao redor do mundo. O sentimento de estar onde quiser, comprar o que quiser e viver da forma que bem entender inunda os corações de milhões e milhões de pessoas.

O que fica bem claro nesta fábula de Tim Ferris é o perigo que todos nós corremos de querer fortuna e riquezas sem um objetivo. 

A resposta a se buscar dia após dia é a da seguinte pergunta "Qual o meu objetivo de vida?".

Já parou pra pensar nisso? Qual a sua missão neste curto prazo de tempo aqui na terra? Veio pra cá fazer o que? Ficar rico? Só isso?

Aposto que 8 em cada 10 pessoas não conseguem responder a essa pergunta rapidamente ou responderão com mil ideias do que quer da vida. 

O objetivo de vida é o que nos faz levantar da cama todos os dias e dar significado para aquilo que estamos fazendo.

Quando um objetivo de vida é definido outras questões passam a ser respondidas, como por exemplo "A forma como trato as pessoas ao meu redor contribui para que eu alcance o meu objetivo?", "A forma como me comporto contribui para o meu objetivo?", "Toda cultura e educação que tenho ajudam a concluir o objetivo que tracei para mim?", "O que estou fazendo agora está contribuindo  com meu objetivo?".

Responder a estas questões nos ajuda a conhecer a nós mesmos e a dizer não para tudo aquilo que não queremos, pois agora sabemos o que queremos e o motivo.

O tempo. Algo que não descobrimos como parar. 

Muitos dizem por ai que tempo é dinheiro. Pois eu digo que tempo é vida. 

A cada segundo que se passa é um pouco menos de vida para todos nós. Por isso cada unidade de medida de tempo que se passa deve ser bem utilizada de modo que a nossa missão como seres humanos seja concluída.

Por favor, não mate o tempo!

Então, quero ficar rico, mas preciso entender primeiro o que realmente é ser rico. 

Como me vejo rico em 5, 10, 20 anos. Onde estarei, com que pessoas estarei, quais roupas estarei usando e principalmente…estarei feliz?

É preciso ter objetivo. É preciso ter um ponto para olhar, um caminho para seguir.

Só então fica fácil entender que ficar rico não é o objetivo, mas talvez, quem sabe, apenas um meio de alcançá-lo.

A Parábola da Demissão da Formiga Desmotivada

Hoje trago para vocês, caros leitores, uma pequena reflexão sobre gestão e liderança. A história de como uma formiga produtiva e feliz se tornou a formiga desmotivada.

Li este texto a alguns dias e pude refletir bastante sobre ele, por isso, espero que também ajude-os a refletir.

Se você anda desmotivado no seu trabalho ou observa que as pessoas ao seu redor deste modo estão, este texto será útil para uma análise mais apurada do que pode estar acontecendo ao seu redor.

Agora, se você é um líder, esta pequena parábola é ainda mais útil. Aconselho a pensar nela todas as manhãs antes de começar o seu dia (já estou fazendo isto [icon icon=icon-smile size=14px color=#FFFF00 ] ) 

Pare um segundo agora e pense nas seguintes questões:

  • Tantas reuniões estão sendo realmente úteis?
  • O levantamento de tantos números e indicadores são convertidos em ações e mudanças?
  • Até onde o sucesso ou o fracasso de uma empresa esta nas mãos dos funcionários e até onde está nas mãos dos líderes?
  • Quem é o grande responsável por gerar motivação, o colaborador ou o líder?

Tal qual um espelho, reflita agora (Nossa! Eu sei, essa foi péssima rs), lendo esta pequena parábola sobre a Demissão da formiga desmotivada.

A Demissão da Formiga Desmotivada

"Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial… A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida."

 

Autor desconhecido

 

 

 

Conclusão

Conforme o bom Napoleon Hill diz em seu livro "A lei do Triunfo" (clique aqui e conheça as 16 leis de sucesso encontradas nesta livro), a regra de ouro: "Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo". Repare que na história, o marimbondo em nenhum momento se colocou no lugar da formiga para tentar compreender o motivo de ela ser tão produtiva e feliz.

Hoje existem muitos líderes, gerentes, diretores, ou até mesmo, donos de empresas, que parecem entender que tudo e todos estão sempre contra eles. Os funcionários são uma espécie de sugadores de dinheiro e não profissionais.

Por tanta desconfiança, muitas vezes, fazem reuniões sem objetivo, criam e investem em 1000 formas de controle, além de inventar indicadores por vezes sem muita utilidade.

Por outro lado, o colaborador também acha que o seu líder ganha de mais sem ter o merecimento para isto, cobra demais o seu trabalho e que vai demití-lo  a qualquer momento.

A questão é: Qual o momento um tenta se por no lugar do outro?

Dale Carnegie em seu livro "Como fazer amigos e influenciar pessoas", escreve que uma das maneiras de fazer as pessoas pensarem do seu modo é procurar honestamente ver as coisas sob o ponto de vista da outra pessoa

Ver as coisas sob o ponto de vista da outra pessoa pode evitar o gasto exagerado com muitas formas de controle e com a desconfiança líder x equipe, equipe x líder.

Ninguém em nenhum momento pensou sobre o que estava achando de tudo isso a formiga. Por outro lado, a formiga continou fazendo seu trabalho, do mesmo jeitinho, e em nenhum momento tentou entender o motivo de tanta mudança, por que o Seu Marimbondo estava tomando estas atitudes. Todos na história pensaram em fazer apenas o que tinha que fazer, somente no seu e não no próximo.

Conclusão. A formiga ficou desempregada. A empresa perdeu a colaboradora mais motivada e produtiva. Não foi bom pra ninguém.

E você? O que achou deste texto? Como esta o seu ambiente de trabalho? A sua produção? A vida das pessoas ao seu redor? Deixe seu comentário.

Fonte do texto: https://www.linkedin.com/pulse/voc%C3%AA-conhece-par%C3%A1bola-da-demiss%C3%A3o-formiga-desmotivada-%C3%A1tila-honori?trk=v-feed&trk=v-feed&trk=v-feed&trk=v-feed&trk=hp-feed-article-title-share